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terça-feira, 17 de maio de 2011

The Past Perfect Continuous

→ Formação: pronome + had been + verbo (com terminação ing)
→ Afirmativa: He had been working.
→ Negativa: He had not been working.
→ Interrogativa: Had he been working?
→ Enfatiza a continuidade da ação ocorrida primeiramente.

The Past Perfect

→ Formação: pronome + had + verbo (no particípio passado)
I - had left
You - had left
He, She, It – had left
We - had left
You - had left
They - had left
→ Afirmativa: He had left.
→ Negativa: He had not left.
→ Interrogativa: Had he left?
→ Formas abreviadas: had – ‘d; had not – hadn’t.
→ Indica qual ação ocorreu em primeito lugar no passado, geralmente é usado com: after, before, when.

The Present Perfect Continuous

→ Formação: pronome + have/has been + verbo (terminado em ing)
→ Afirmativa: He has been working.
→ Negativa: He has not been working.
→ Interrogativa: Has he been working?
→ Enfatiza a continuidade de uma ação que começou no passado e que se prolonga até o presente.

The Present Perfect

→ Formação: pronome + have/has + verbo (no particípio passado)
I - have worked
You - have worked
He, She, It - has worked
We - have worked
You - have worked
They - have worked
→ Afirmativa: He has worked hard.
→ Negativa: He has not worked hard.
→ Interrogativa: Has he worked hard?
→ Formas abreviadas: has – ‘s; have – ‘ve; has not – hasn’t; have not – haven’t.
→ Pode expressar ações que ocorreram em um tempo indefinido no passado, podendo ter terminado ou ainda estar ocorrendo, mas se o tempo for mencionado será usado o Passado simples (Simple Past).
→ O particípio passado é obtido acresentando-se –ed ao final dos verbos regulares, porém para os verbos irregulares não existem uma regra fixa.
→ O Presente Perfeito (Present Perfect) pode ser usado com: since – desde; for – por; Just – ação recente; ever – alguma vez, sempre; never – nunca; already – já; yet – já, ainda; lately – ultimamente; many times – muitas vezes.

The Future Continuous

→ Formação: pronome + will be + verbo (terminado em ing)
→ Afirmativa: He Will be working.
→ Negativa: He will not be working.
→ Interrogativa: Will he be working?
→ É usado para expressar ação que estiver ocorrendo num determinado tempo no futuro.

The Simple Future

→ Formação: pronome + Will + verbo
I - will work
You - will work
He, She, It - will work
We - will work
You - will work
They - will work
→ Afirmativa: He will work.
→ Negativa: He will not work.
→ Interrogativa: Will he work?
→ Formas abreviadas: will – ‘ll; will not – won’t.
→ É usado para expressar ação ou previsão quanto ao futuro. Usado com advérbios ou expressões que indiquem tempo futuro: tomorrow, next, in July, on Monday. Também é usado para dar idéia de pedido.

Verbo

→ É a palavra que, por si só, indica um fato (ação, estado ou fenômeno) e situa-o no tempo.
→ Conjugações: 1ª conjugação (terminação – ar); 2ª conjugação (terminação – er) e 3ª conjugação (terminação – ir).
→ O verbo pôr encaixa-se na 2ª conjugação.
→ Modos: indicativo (exprime atitudes de certeza – ele virá); subjuntivo (exprime atitudes de hipótese – se ele vier) e imperativo (exprime atitudes de ordem, pedido ou desejo – venha).
→ Tempos simples do indicativo
  •          Presente: o fato ocorre no momento em que o falante o observa ou lhe faz referência (Eu trabalho).
  •          Pretérito perfeito: exprime fatos totalmente concluídos antes da fala. (Eu trabalhei).
  •          Pretérito imperfeito: usa-se em referência a um fato que não chegou ao final no momento em que outro fato ocorreu (Eu trabalhava).
  •          Pretérito mais-que-perfeito: refere-se a um fato já concluído que ocorreu antes de outro também já concluído (Eu trabalhara).
  •          Futuro do presente: exprime fatos, cuja ocorrência localiza-se depois da fala (Eu trabalharei).
  •          Futuro do Pretérito: indica um fato futuro, mas relativo a um outro, no passado (Eu trabalharia).

→ Tempos simples do subjuntivo
  •          Presente: que eu trabalhe.
  •          Pretérito imperfeito: se eu trabalhasse.
  •          Futuro: quando eu trabalhar.

→ Formas nominais
  •          Infinitivo: terminação –r (andar, vir); subdivide-se em impessoal, quando não tem sujeito e pessoal, quando tem sujeito.
  •          Gerúndio: terminação –ndo (andando, saindo).
  •          Particípio: terminação -ado/-ido (falado, partido).

→ Classificação dos verbos
  •          Regular: não sofre alteração no radical ao ser conjugado (lutar).
  •          Irregular: sofre alteração, em geral, no radical (trazer).
  •          Defectivo: não apresenta todas as formas (falir).
  •          Abundante: tem duas formas equivalentes (prender: prendido, preso).

→ Verbo principal: aquele que, na frase, mantém seu significado próprio.
→ Verbo de ligação: aquele que se junta a um principal para formar estruturas verbais compostas.
→ Vozes verbais:
  •          Voz ativa: sujeito agente, pratica a ação.
  •          Voz passiva: sujeito paciente, sofre a ação, subdivide-se em analítica (com locução verbal) e sintética (com verbo + se – apassivador).
  •          Voz reflexiva: sujeito agente e paciente.


Pronomes

→ Palavra que tem por finalidade substituir um substantivo ou acompanhá-lo, definindo-lhe os limites de significação).
→ Pronomes pessoais do caso reto: funcionam como sujeito.
→ Pronomes pessoais do caso oblíquo: funcionam como objeto ou complemento.
Pessoas
Pronomes pessoais do caso reto
Pronomes pessoais do caso oblíquo
1ª sing.
Eu
Me, mim, comigo
2ª sing.
Tu
Te, ti, contigo
3ª sing.
Ele, ela
O, a, lhe, se, si, consigo
1ª plur.
Nós
Nos, conosco
2ª plur.
Vós
Vos, convosco
3ª plur.
Eles, elas
Os, as, lhes, se, si


→ Pronomes de Tratamento: formas pronominais equivalentes a pronomes pessoais.
Pronome
Abreviatura
Usado em relação a
Vossa Alteza
V.A.
Duques, príncipes
Vossa Majestade
V.M.
Reis, imperadores
Vossa Santidade
V.S.
Papas
Vossa Eminência
V.Em.ª
Cardeais
Vossa Excelência
V.Ex.ª
Altas autoridades
Vossa Senhoria
V.S.ª
Pessoas graduadas
Você
v.
Pessoas íntimas

→ Pronomes possessivos: referem-se às três pessoas gramaticais e indicam que elas possuem algo.
Pessoa
Pronome
 1ª sing.
Meu(s), minha(s)
2ª sing.
Teu(s), tua(s)
3ª sing.
Seu(s), sua(s)
1ª plur.
Nosso(s), nossa(s)
2ª plur.
Vosso(s), vossa(s)
3ª plur.
Seus, suas


Ambiguidade: as formas seu(s) e sua(s) podem em certos contextos gerar duplo sentido.





→ Pronomes demonstrativos: indicam o lugar ocupado por um ser, em relação a uma das pessoas gramaticais.
  •          Este(s), esta(s), isto: indicam o que está perto do falante.
  •          Esse(s), essa(s), isso: indicam o que está perto do ouvinte.
  •          Aquele(s), aquela(s), aquilo: indicam o que está longe do ouvinte e do falante.

→ Pronomes indefinidos: referem-se, de modo indeterminado, à 3ª pessoa gramatical.
  •          Indefinidos mais comuns: algum, nenhum, todo, tudo, outro, muito, pouco, qualquer, certo, alguém, ninguém, algo.

→ Pronomes relativos: refere-se a um termo antecedente (nome ou pronome anterior a eles), substituindo-o no início da oração seguinte.
  •          Principais relativos: que, qual, onde, quem, cujo.

→ Pronomes interrogativos: são empregados em frases interrogativas.
  •          Ex.: que, quem, qual, quanto.

Numeral

→ É a palavra que exprime uma quantidade definida, exata de seres, ou a posição que um ser ocupa em determinada sequência.
→ Classificação
  •          Cardinais: indicam quantidade, número exato de seres (quatro, oitenta, três milhões).
  •          Ordinais: indicam o lugar, a posição que alguém ocupa em determinada sequência (primeiro, quinto, centésimo oitavo).
  •          Multiplicativos: exprimem a multiplicação de determinada quantidade (dobro, triplo).
  •          Fracionários: indicam uma divisão, a fração de um quantidade (um terço, metade).

Adjetivo

→ Palavra que atribui características, qualidade/defeitos, estados, etc. aos seres (alunos criativos, mulher bonita, homem inteligente).
→ Locução adjetiva: expressão formada por preposição + outra(s) palavra(s) e que exerce função de adjetivo, caracterizando os seres (dias de sol, bolo de cenoura).
→ Oração adjetiva: oração que funciona como um adjetivo (túnel que liga a França à Inglaterra).
→ Gênero do adjetivo: masculino (famoso) e feminino (famosa) a depender do gênero do substantivo que caracterizará.
→ Número do adjetivo: singular (caracteriza um único ser, bonita) e plural (caracteriza mais de um ser, bonitas).
→ Grau do adjetivo
  •          Grau comparativo: compara dois seres e pode ser - de igualdade (tão... quanto/como); de superioridade (mais... do que/que) e de inferioridade (menos... do que/que).
  •          Grau superlativo: indica que uma característica é atribuída em máxima intensidade ao substantivo, pode ser absoluto e relativo:

- Grau superlativo absoluto analítico: palavra intensificadora + adjetivo (muito grande).
- Grau superlativo absoluto sintético: adjetivo + sufixo (grandíssimo).
- Grau superlativo relativo de superioridade: o mais... de/dentre.
- Grau superlativo relativo de inferioridade: o menos... de/dentre.

Artigo

→ Palavra que se antepõe ao substantivo para determiná-lo de maneira geral ou particular.
→ Tipos de artigo
  •          Definidos: determinam, individualizam o substantivo (o, os, a, as).
  •          Indefinidos: generalizam, tornam vago o substantivo (um, uns, uma, umas).

→ Substantivação: toda palavra à qual se associa um artigo passa a fazer parte da classe gramatical dos substantivos.

Substantivo

→ É a palavra que dá nome aos seres em geral.
→ Classificação
  •          Primitivo: não se origina de outra palavra (máquina).
  •          Derivado: origina-se de outra palavra (maquinaria).
  •          Simples: constituído por uma única palavra (mula).
  •          Composto: constituído por mais de uma palavra ou radical (mula-sem-cabeça).
  •          Comum: nomeia genericamente todos os seres de uma mesma espécie (mulher).
  •          Próprio: dá nome a um único ser de uma espécie (Fernanda, Rio de Janeiro).
  •          Concreto: nomeia seres de existência própria (Deus, bruxa, Brasília).
  •          Abstrato: dá nome a sentimentos (amor), qualidades/defeitos (beleza), sensações (frio), ações (vingança) e estados (vida).
  •          Coletivo: substantivo comum que, mesmo no singular, denomina um agrupamento, um conjunto de seres de uma mesma espécie.

→ Gênero do substantivo: masculino (menino) e feminino (menina).
  •          Substantivos uniformes: possuem uma só forma para os dois gêneros (o/a estudante).
  •          Certos substantivos são ambíguos e a depender do artigo usado pode ter dois significados (a capital – cidade; o capital – bens materiais)

→ Número do substantivo: singular (nomeia um único ser, bala) e plural (nomeia mais de um ser, balas).
  •          Metafonia: quando há mudança de som ao passar determinada palavra para o plural (esforço – ô; esforços – ó).
  •          Alguns substantivos são empregados unicamente no plural (os óculos, as fezes).
  •          Regra geral: O plural de um substantivo composto é a reunião das formas de plural das palavras que o constituem (cartão-postal – cartões-postais).

→ Grau do substantivo: diminutivo (livrinho), normal (livro) e aumentativo (livrão).
  •          Sintético: juntam-se aos substantivos certos sufixos aumentativos ou diminutivos (casa – casinha – casarão).
  •          Analítico: emprega-se as palavras grande e pequeno (livro – livro pequeno – livro grande).



terça-feira, 22 de março de 2011

Distribuição dos elétrons na eletrosfera e modelo dos orbitais atômicos

→ Subníveis eletrônicos e sua distribuição na eletrosfera: formadores dos níveis de energia, em ordem crescente de energia são designados pelas seguintes letras – s, p, d, f, g, h – sabe-se, porém que nos átomos conhecidos até hoje só existem os quatro primeiros. O número máximo de elétrons em cada subnível é – s=2; p=6; d=10 e f=14.
→ Princípio de De Broglie: a todo elétron em movimento está associada uma onda característica.
→ Princípio de Heisenberg: não é possível determinar a posição e a velocidade um elétron em um dado instante.
→ Orbital: é a região do espaço onde é máxima a probabilidade de encontrar um determinado elétron.

Identificação e Classificação geral dos átomos

→ Número atômico (Z): é o número de prótons existentes do núcleo de um átomo.
→ Número de massa (A): é a soma do número de prótons (Z) e de nêutrons (N) existentes num átomo.
→ Elemento químico: conjunto de todos os átomos com o mesmo número atômico.
→ Isótopos: átomos do mesmo elemento químico com mesmo número de prótons, mas número de massa diferente.
→ Isóbaros: são átomos de diferentes números de prótons (elementos diferentes), mas que possuem o mesmo número de massa.
→ Isótonos: são átomos de diferentes números de prótons (elementos diferentes), diferentes números de massa, mas com mesmo número de nêutrons.

Tentativas de explicar a matéria e suas transformações

→ Lei de Lavoisier: no interior de um recipiente fechado, a massa total não varia, quaisquer que sejam as transformações que venham a ocorrer nesse espaço. Pode ser enunciada também desta forma – a soma das massas antes da reação é igual à soma das massas após a reação ou na natureza, nada se perde, nada se cria; a matéria apenas se transforma.
→ Lei de Proust: uma determinada substância composta é formada por substâncias mais simples, unidas sempre na mesma proporção em massa.
→ Substâncias simples são formadas por átomos de um mesmo elemento químico, enquanto substâncias compostas são formadas por átomos (ou íons) de elementos químicos diferentes.
→ Transformações físicas são aquelas que não alteram a natureza da matéria (rasgar um papel) e transformações químicas são aquelas que alteram a natureza da matéria (queimar um papel).
→ Teoria atômica de Dalton: todo e qualquer tipo de matéria é formado por partículas invisíveis, chamadas átomos. Segundo Dalton os átomos seriam partículas extremamente pequenas, maciças, indivisíveis e eletricamente neutras.
→ Modelo atômico de Thomson: os elétrons (partículas carregadas negativamente) e prótons (partículas carregadas positivamente) existem em qualquer átomo, sendo, porém menores que ele. Ainda defendia que o átomo era formado por uma “pasta” positiva “recheada” pelos elétrons de carga negativa, garantindo a neutralidade elétrica do modelo atômico e admitindo-se a divisibilidade do átomo.
→ Modelo atômico de Rutherford: ao redor do núcleo (formado por prótons e nêutrons) estavam girando os elétrons, assim o átomo seria semelhante ao sistema solar, o núcleo representando o sol e os elétrons representando os planetas, girando em órbitas circulares e formando a camada chamada eletrosfera.
→ Modelo atômico de Rutherford-Bohr: para completar o modelo de Rutherford, Bohr propôs o seguinte – os elétrons se movem ao redor do núcleo em órbitas estacionárias (com número limitado de órbitas bem definidas); movendo-se nessas órbitas o elétron nem emite nem absorve energia e ao saltar uma órbita para outra o elétron emite ou absorve um quantum de energia (quantidade bem definida de energia). Segundo esse modelo as órbitas eletrônicas de todos os átomos conhecidos se agrupam em sete camadas (níveis de energia) com um número máximo de elétrons em cada uma (K=2; L=8; M=18; N=32;O=32;P=18;Q=2).

Substâncias e Misturas

→ Substância pura: é um material único, que não contém outros materiais e que apresena constantes físicas bem definidas. Ex.: água e sal.
→ Misturas: é a associação de duas ou mais substâncias. Ex.: água e açúcar. As misturas não apresentam constantes físicas bem definidas e são classificadas em duas:
  • Mistura homogênea ou Soluções: é a que apresenta aspecto uniforme e propriedades iguais em todos os seus pontos. Ex.: água e açúcar (pois é límpida, transparente, uniforme e tem o mesmo gosto adocicado em qualquer um de seus pontos).
  • Mistura Heterogênea: é a que apresenta aspecto não uniforme e propriedades variáveis de um ponto a outro. Ex.: água e óleo (a camada de óleo apresenta propriedades diferentes em relação a da água).
→ Sistema material: é qualquer porção limitada de matéria que vai ser submetida a um estudo.
→ Fase: é cada uma das porções homogêneas de um sistema heterogêneo e pode ser contínua ou fragmentada.
→ Processos de separação dos componentes de uma mistura:
  • Decantação de um sólido presente em um líquido: o sólido lentamente deposita-se no fundo do recipiente, para acelerar o processo pode-se usar uma centrífuga, que ao girar provoca aceleração fazendo com que as partículas depositem-se mais rápido.
  • Decantação de líquidos: usa-se os funis de separação (ou de bromo) para separar líquidos imiscíveis de densidades diferentes, assim o de maior densidade deposita-se a abaixo do de menor densidade.
  • Filtração: processo mecânico que serve para desdobrar misturas heterogêneas de um sólido disperso num líquido ou gás. Ex.: o coador de café.
  • Destilação: processo físico que serve para desdobrar as misturas homogêneas, como as soluções de sólido em líquido (destilação simples) ou as soluções de dois ou mais líquidos (destilação fracionada).
  • Cristalização: processo físico que serve para separar e purificar sólidos. Ex.: a água do mar, que sofre cristalização nas salinas e gera o sal de cozinha.